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Dicas

Fotos do seu negócio, não de banco de imagem

O que fotografar, com que autorização, e por que a fachada vale mais do que um retrato genérico.

Por Juliano, Ponto Vitrine · Publicado em 3 de outubro de 2026 · Atualizado em 4 de outubro de 2026

Ilustração de uma câmera apontada para uma vitrine, sem pessoas identificáveis.

A foto mostra a casa de verdade. Fachada, balcão, cadeira, cardápio na parede. Quem chega de Uber precisa reconhecer a porta.

Retrato comprado em banco de imagem é de outro lugar. A pessoa entra e não acha o que viu. Isso gera mensagem irritada, não cliente.

Peça autorização para fotografar quem aparece. Um corte, um prato ou um conserto, com a pessoa de acordo, pode entrar. Sem acordo, não publique.

Não invente antes e depois. Não escreva depoimento que ninguém falou. Se ainda não tem avaliação, deixe sem. O texto do Google Maps explica o mesmo cuidado no perfil.

Luz da janela e o celular parado já resolvem a maior parte. Foto torta da sua fachada é melhor do que uma sala perfeita que não é a sua.

No site de barbearia ou salão, a lista do que mostrar está em outro texto. Mande as fotos quando for fechar o pacote, pelo contato.

Conclusão

Separe de três a seis fotos suas antes de pedir o site. Fachada, um serviço e o canto onde o cliente espera.

A gente não troca isso por imagem de estoque para “ficar mais bonito”.

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